ESTE BLOG TEM POR FINALIDADE EXPOR A MINHA TRAJETÓRIA NA PEDAGOGIA, APRESENTAR PROPOSTAS PEDAGÓGICAS INOVADORAS PROPORCIONANDO AOS PROFESSORES , ALUNOS E COLEGAS DE TURMA A INTERAÇÃO NESTE ESPAÇO, CONTRIBUINDO TAMBÉM COM SUAS EXPERIÊNCIAS E VIVÊNCIAS NA PEDAGOGIA!
sábado, 1 de novembro de 2014
PORQUE ESCOLHI SER PROFESSOR? APRESENTO-LHES A MINHA TRAJETÓRIA PARA A ESCOLHA EM SER DOCENTE!!!!
"Educar é crescer. E crescer é viver. Educação é, assim, vida no sentido mais autêntico da palavra". ( Anísio Teixeira )
A minha
escolha pela profissão não se deu da mesma forma que na vida das pessoas que
sonham e almejam desde pequenas se tornarem professores. Embora tenha
vivenciado algumas situações em minha infância, nunca coloquei essa profissão
como um desejo a ser realizado em minha vida. Na verdade a minha escolha passou
longe do sonho, pois, partiu da realidade (necessidade) de alcançar o nível
superior, após 5 anos afastada dos estudos, depois de finalizar o Ensino Médio e me tornar mãe.
Precisava
alcançar o nível superior para que minha realização pessoal e profissional
recomeçasse ou começasse a acontecer. A escolha do curso foi um pouco difícil,
precisava optar por algo que me desse a possibilidade de também trabalhar, e
dentre opções as que estavam disponíveis, para atender às minhas necessidades,
estava a Pedagogia, e apesar de não ter muita certeza do meu futuro profissional,
enfim optei por ela depois de uma análise rápida dos prós e contras!
Minha mãe é
pedagoga e sempre exerceu sua profissão com muita dedicação e empenho. Nunca
carregou a profissão como um fardo em sua vida. Nunca me incentivou em minha
juventude a seguir a mesma profissão que ela. Deixou-me livre para escolher
qual caminho iria trilhar, sempre disposta a me estender a mão. E não posso
deixar de registrar sua participação em minha escolha, mesmo que nçao tenha
sido intencionalmente. Recordei- me naquela época das brincadeiras de infância,
escolinha no quintal de casa, onde vez ou outra me tornava professora das
vizinhas e amigas.
Tudo isso, hoje acredito, que fez e faz parte
direta e indiretamente da minha escolha. Enxerguei também em minha mãe um apoio
e procurei me sustentar na oportunidade que estava à minha frente e em meu
anseio por um futuro melhor. A maternidade vivenciada por mim, também pesou
nesta decisão, pois a expectativa de poder lidar e entender este universo
infantil me encantava de alguma forma.
Agarrada nesta
oportunidade e na minha escolha, e deu tudo certo, ou seja, está dando certo,
hoje cursando o III semestre do curso de Pedagogia posso afirmar sem dúvidas
que não tenho me arrependido da minha escolha, embora tenha sido difícil
conciliar os estudos, trabalho, maternidade e cuidados do lar. A Pedagogia tem
me ensinado a enxergar um novo horizonte, um horizonte no qual vejo que é
possível ocorrer a mudança a partir da pequena contribuição de cada um de nós.
O curso de Licenciatura em Pedagogia é um curso muito “rico”, e faço esse
destaque para mostrar que o mesmo, enquanto nos torna educadores e educadoras,
nos educa para a vida.
JOSIELLE MARQUES PEIXOTO
MEMÓRIAS DE ALFABETIZAÇÃO!
O Memorial que segue abaixo, foi uma proposta de atividade da disciplina Alfabetização I, ministrada pela docente Rosângela, teve como finalidade nos levar a recordar o processo de alfabetização pelo qual passamos, foi uma experiência ímpar, claro, as vezes precisei recorrer à lembrança da minha mãe!!! Porém são memórias importantes e decisivas na minha formação!!!
RECORDAR É
VIVER...
Vou
narrar um pouco sobre a minha trajetória na fase pré escolar, que de acordo com
ás afirmativas colhidas com a minha mãe, pois pouco me recordo desta fase, se
iniciou a partir dos 2 anos e meio de idade. Minha mãe era professora da rede
particular de ensino na cidade de Jitaúna-BA onde residíamos na época,
lecionava uma turminha de alfabetização e me levava para a sala do maternal
como era chamado na época. Esta fase as crianças frequentam a escola para se
socializarem com outras crianças.
Foi
a partir dos 4 anos de idade, que iniciei de fato a vida estudantil,
trabalhando melhor toda parte sensorial e coordenação motora, fase a qual a
criança deveria encerrar o ano letivo reconhecendo e escrevendo as vogais,
sabendo contar e escrever os numerais de 1 até 10. E conforme os registro
que a minha mãe guarda até hoje atingi o objetivo esperado já conseguia fazer o
meu nome todo, acho que deve ter sido uma grande conquista, foi uma sensação
boa, rever todas aquelas atividade que no início parecia apenas rabiscos e
depois com o tempo, aperfeiçoando.
Não
tenho muito lembrança da minha primeira professora e do que acontecia em sala
de aula, mas soube que a pró apelidada de tia por toda a turminha se chamava
Fátima, contudo lembro-me que a tia era uma pessoa amável, sempre com uma voz
calma nos recebia e se despedia sempre com um beijo e recordo-me também que
tínhamos liberdade para brincar, pintar e desenhar, e quando esforcei-me
para fazer este relato tive a lembrança de estar na mesa sempre com um papel
branco e muitos lápis de cores onde deixava a imaginação fluir.
Não
lembro exatamente de como era a sala em que eu estudava. Porém consigo lembrar
ainda que vagamente que as paredes da sala eram cercadas de murais figuras,
painéis com vogais, consoantes e numerais, tudo com muito desenho e cor, tinha
um cantinho com brinquedos as mesinhas eram pra 4 pessoas, me recordo que meu
parceiros de mesa sempre eram os mesmos, Janna, Thaís(ambas primas) e Lorena e
Deise, pessoas as quais tenho contato até hoje.
Minha
mãe conta que nunca dei muito trabalho para fazer as tarefas de casa e ela
sempre tinha a oportunidade de acompanhar e dar a sua contribuição para a minha
formação já que estava em casa no turno oposto ao que eu estudava e aproveitava
o momento de correção de prova e elaboração de atividades, as quais eu também
arriscava a responder vez ou outra.
Me
lembro muito que eu adorava os eventos de dia do índio, festa celebrativa ao
folclore, independência, adorava quando a professora solicitava que fizéssemos
a “filinha” para nos pintar com tinta guache e vestir a roupa para se
caracterizar. Também tinha os desfiles da primavera, outono, sem falar nos
banhos de piscina na sextas-feiras que era um dia mais pra nossa diversão.
Recordo-me
muito com bastante carinho das cartilhas que utilizei no meu processo de
alfabetização: “Eu gosto de Ler e Escrever” e “Viver a Vida”. Lembro-me até
hoje de como era as atividades, pois minha mãe seguia passo a passo as
atividades da cartilha.
Fui
alfabetizada por meio do método alfabético B+A= BA, L+A= LA, BA+LA= BALA.
Comecei aprendendo as vogais, depois as consoantes, para então começar juntar
as sílabas e depois formar palavras. Vejamos o que Santos diz a respeito a este
método:
A utilização deste método tinha por finalidade
levar o aluno a aprender a decodificar aos símbolos, mas não o capacitava a
entender o sentido real da representação do símbolo, o que impossibilita a
efetivação de suas necessidades intelectuais. (SANTOS, 2010. p. 27).
Algumas
atividades das cartilhas ficaram marcadas que até hoje se faz presente na minha
memória. Eram aquelas atividades que tinha as figuras e a vogal iniciante da
figura ao lado, como por exemplo: A de avião, I de Ilha, U de uva, F de faca, J
de jaca, G de gato dessa forma também foi com as sílabas, SA de sacola, RA de
rato, CE de cenoura, TA de tapete. Sendo este último o método silábico. Não
tive dificuldades em aprender as sílabas.
Apesar
de hoje saber que este método de alfabetização não é e não era o mais adequado
para alfabetizar, sendo caracterizado apenas na memorização, repetição das
letras e sílabas, eu gostava muito de fazer.
Além
dessa, gostava também de pequenos textos que tinha na cartilha, como por
exemplo: “Danilo deita no tapete e
come pipoca. Opa! Caiu pipoca no tapete”.
Eram pequenos textos que tinha palavra com as sílabas como mostrado no exemplo
acima e a e a partir daí meu pai me ensinava às sílabas: ta, te, ti, to, tu,
tão. E depois a escrever essas mesmas sílabas com letras maiúsculas.
Estas atividades tornaram-se inesquecível! Esse processo todo minha mãe teve
grande contribuição sempre que podia me presenteava com livros e através deles
eu ia enriquecendo a minha pratica de escrita e leitura.
Nos
meus primeiros anos de escola ouvia muitos contos como branca de neve e os sete
anões, chapeuzinho vermelho, cinderela e outros. Sentia muito prazer em ouvir,
ler e por isso me envolvia completamente ficando horas e horas lendo,
vivenciando aquelas histórias.
Portanto
das memórias que eu tenho, que não são muitas, do meu processo de aquisição da
leitura e escrita, são memórias poucas mas significativas, que refletem no
hoje, no que eu sou e no que desejo me tornar um dia. Recordar esta época da
minha vida me fez pensar nos erros e acertos que cometemos, no quanto também é
importante que esse período seja prazeroso e bem vivido pela criança, e no
quanto é essencial esse despertar pela leitura visto que hoje, não temos um
número expressivo de hábito de leitura em nossa sociedade.
MEMORIAL DE INFÂNCIA: RECORDAR É VIVER!!!
Da minha
infância restam poucas memórias. Algumas estão tão presentes que até podia
pensar que aconteceram ontem. Outras ficaram esquecidas talvez seja melhor
assim. Por isso para reescreve-las precisei recorrer a minha mãe para registrar
algumas neste espaço.
Segundo relatos da minha mãe, meu nascimento
foi uma alegria para todos, ela ficou muito feliz com a minha chegada à
família, já que o primeiro filho, era um menino e a chegada de uma menina
causou muita alegria para meus avós maternos e minha mãe. Nasci aos 25/06/90
com 4.50Kg, com 52 centímetros, linda uma princesa como afirma minha mãe.
Saudável, fui amamentada até os 2 e meios anos de idade.
Minha mãe, era
professora, lecionava fora do município onde morávamos e só retornava à noite,
tinha que entrar em casa escondido e ir logo ao banheiro se refrescar para me
pegar, pois, assim que ele entrava em casa eu ia logo pendurando no seio dela.
Ao ouvir sua voz ficava grudada na porta do banheiro chorando reclamando sua
presença, ai era todo mimo, sua dedicação era exclusiva até saciar-me com o
delicioso leitinho materno.
Era uma
criança encantadora todos queriam me levar para passear, minha mãe conta que na
rua que ela residia no município de Jitaúna,tinha três rapazes que eram loucos
por crianças, hoje são excelentes pais de famílias, (Magno que eu chamava de
Teté, Jean e Gean) que todos os domingos a partir das 8 horas chegavam lá em
casa pedia a minha mãe para me arrumar e arrumar a mamadeira de água e suco e
saiam para passear comigo pela cidade, me levavam para sua casa e as vezes só
me entregavam a noite já dormindo, eu amava esses passeios, quando os via já ia
atirando meus bracinhos para eles e nem queria saber do colo do meu pai.
Na rua onde morava
residia também um casal de primos do meu pai, que já tinham duas filhas adolescentes,
o pai delas também me levava para a sua casa e eu ficava por lá, ainda não
falava nada, pois, não tinha um ano ainda, aprendi a chamá-los carinhosamente
de Painho Fande e Mainha Vanda, até hoje os chamo assim, meu Painho Fande já
faleceu, foi um momento triste para mim, pois, ele foi um verdadeiro
referencial de pai na minha vida e sua lembrança será eterna.
Fui uma
criança precoce, escolhia as roupas para comprar, antes vestia todas, e não adiantava
ninguém falar que estava linda se não gostasse não tinha quem me fizesse
aceitar, isso aos dois anos de idade. Eu tirava na hora a roupa e outras vezes
eu não queria nem mesmo experimentar. As pessoas ficavam abismada com meu poder
de decisão.
Aos três anos
tive minha primeira paixonite de criança, um primo meu (Bule), já adulto que
trabalhava na escola onde eu estudava. Ele nos recebia no portão com um
beijinho carinhoso e me chamava de “minha namorada”, pois, eu falava pro todo
mundo que ele era meu namorado, escrevia até bilhetinho para ele, do meu jeito
de criança, esses bilhetinhos minha avó materna guarda até hoje e vez ou outra
caio aos risos quando pego essas recordações para olhar.
Um certo dia,
conta minha mãe, que ao chegar no portão da escola e ver Bule beijando minha
coleguinha Layra, eu olhei para ele não aceitei o beijo de chegada e desci com
a cara amarrada, desse dia em diante não mais olhava para ele, quando ele
ligava para casa da minha vó eu não queria atender quando me falavam que ele
estava ao telefone. E um dia ao ser questionada por que não falava mais com ele
eu disse a seguinte frase: “Se ele mudar
eu posso ate pensar em mudar com ele” acho que eu quis afirmar que se ele não
beijasse mais minha coleguinha eu voltaria com ele (risos). Todos os adultos
achavam lindo o amor que eu tinha pelo meu primo hoje damos muitas risadas ao
recordar esses fatos.
Entrei na escola
com dois anos de idade, minha mãe lecionava na escola e me levava para ficar na
sala da turma do maternal, realizava as atividades no capricho mesmo com pouca
idade, aos quatro anos fui oradora da turma do infantil, fiz um discurso que
deixou todos emocionados pela desenvoltura em decorar uma fala de vários parágrafos,
sem que necessitasse do auxílio de adultos na hora para me dirigir ao público
presente, não esqueci nem tropecei sequer em uma palavra.
Minha mãe
relata que o gerente do Banco da cidade naquela época, ficou tão maravilhado
comigo, que pegou a gravação da filmagem do discurso e passou a semana toda na
TV do banco para as pessoas verem. Fui a sensação do momento na cidade com esse
feito.
Aos três anos
minha mãe separou-se do meu pai, segundo ela foi um período muito difícil, o
juiz ordenou que ele nos pegasse aos fins de semana e entregasse no domingo à
tarde. Íamos para casa da nossa avó paterna que ficava localizada no Km 18,
próximo do município de Jequié. Era muito doloroso minha mãe nos entregar para ele, pois, ele chegava cedo a
cidade ficava bebendo com os amigos nos bares e quando ia nos pegar já estava
muito alterado. Minha mãe ficava preocupada pois meu irmão nessa época tinha 7
anos, e tínhamos que andar alguns quilômetros a pé para chegarmos a casa dos
nossos avós paternos.
Por conta da
perseguição do nosso pai à minha mãe tivemos que nos mudar para Jequié, aqui
foi o começo de uma nova fase, longe dos nossos avós maternos, ficávamos em
casa os três, minha mãe já trabalhava pelo município de Jequié e Jitaúna, ela
saia as 6hs e retornavas 17 horas, chegava em casa preparava o café, orientava
as atividades para fazermos e as 18 horas ele se dirigia para pegar o
transporte e ir lecionar em Jitaúna só
retornando as 11 horas.
Ficávamos eu e
meu irmão sozinhos em casa, a ordem dada era essa “Ninguém sai ninguém entra,
quando a mamãe não estiver”. Meu irmão me levava e ia me buscar na
escolinha Santos Dumont, nossa mãe nos recomendava que qualquer objeto que
caíssem no asfalto, não soltássemos as mão e nem voltássemos para buscar.
Mesmo com essa luta toda para nos sustentar já
que meu pai não ajudava em nada, ela nunca deixou de orientar as nossas tarefas
escolares, sempre perdia o primeiro dia de aula dela com seus alunos para nos
levar à escola, ver nossa sala conhecer nossos professores e sempre estava
presente às nossas festinhas, ou fazendo visitinhas supressas a escola para
saber sobre nosso desempenho e comportamento. Lembro certa vez, o meu irmão já
no ensino médio pedindo para ela não ir junto com ele, para não pagar mico com
os colegas, ela ficou um pouco triste, mas entendeu.
Para compensar
sua ausência durante a semana, ela nos levava todos os sábados a noite para sairmos com ela, comíamos pizzas,
tomávamos refrigerantes, dávamos risadas conversávamos, aos domingos ficávamos
os três assistindo televisão. De vez em quando íamos para casa dos nossos avós
maternos, era uma alegria enorme. Eu pegava corrida com meu irmão para ver quem
chegava primeiro pra ganhar o abraço dos nossos avós que nos recebia com
alegria.
E cabe aqui
recordar dos momentos com os meus avós, mas em especial com o meu avô Lauro, que
já se encontra ao lado de Deus, assim eu creio, ele teve um papel muito
importante em minha infância, me chamava
de Elle, e era a única pessoa que eu permitia que chamasse assim, nos
brincávamos muito, nos fantasiávamos em épocas festivas, dançávamos, e fazíamos
surpresas para a família em datas especiais, apesar de muitos anos terem se
passado desde esse acontecimentos, eles estão bem vivos em minha memória.
A minha
infância não foi muito rodeada de amigos, não tinha muito contato com as crianças
que moravam vizinhas a nós, sempre fui recatada, e apesar de ter muitos colegas
na escola, esse contato se resumia lá na escola, em casa meu amigo, e
companheiro das brincadeiras era meu irmão mesmo e poucos primos que residiam
na mesma rua.
Recordo-me que
mesmo diante da timidez que tinha sempre gostei de participar das festinhas de
escola, já fui a Sereia, onde minha mãe fez uma cauda linda, já fui Rainha do
Milho, fora os desfiles de primavera, outono, sempre gostava de me destacar,
também adorava participar das coreografias das festas de final de ano.
São estas as
pequenas recordações que tenho da minha infância, dessa fase da minha vida, que
algumas coisas gostaria de esquecer e já outras são imprescindíveis para a
minha vida, me fizeram ser quem sou!!
Um sonho pra mim
E quando eu não te vejo
Eu penso em você
Desde o amanhecer
Até quando eu me deito
Eu gosto de você
E gosto de ficar com você
Meu riso é tão feliz contigo
O meu melhor amigo é o meu amor
E a gente canta
E a gente dança
E a gente não se cansa
De ser criança
Da gente brincar
Da nossa velha infância
Seus olhos, meu clarão
Me guiam dentro da escuridão
Seus pés me abrem o caminho
Eu sigo e nunca me sinto só
Você é assim
Um sonho pra mim
Quero te encher de beijos
Eu penso em você
Desde o amanhecer
Até quando eu me deito
Eu gosto de você
E gosto de ficar com você
Meu riso é tão feliz contigo
O meu melhor amigo é o meu amor
E a gente canta
A gente dança
A gente não se cansa
De ser criança
A gente brinca
A nossa velha infância
Seus olhos meu clarão
Me guiam dentro da escuridão
Seus pés me abrem o caminho
Eu sigo e nunca me sinto só
Você é assim
Um sonho pra mim
Você é assim
Você é assim
Um sonho pra mim
Você é assim
Você é assim
_TRIBALISTAS_
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